Por Kevin T. Bauder
1) Fundamentalistas reconhecem que todas as doutrinas são importantes. Se a Bíblia ensina, vale a pena estudar e conhecer. Se Deus disse isto, o mesmo merece nossa cuidadosa atenção.
(2) Fundamentalistas afirmam que algumas doutrinas são mais importantes do que outras. Nem todo ensino da Bíblia é de igual alcance em seus efeitos. Enquanto todos são importantes, alguns estão mais ao centro enquanto outros se encontram na periferia da fé cristã.
(3) Fundamentalistas insistem que algumas doutrinas são tão importantes que são essenciais ao evangelho em si. Negar estas doutrinas é (pelo menos implicitamente) negar o evangelho. Negar o evangelho é transformar o cristianismo em alguma outra religião. Essas doutrinas essenciais estão no miolo, no centro, da fé cristã. Elas são o mínimo irredutível sem o qual não pode existir cristianismo.
(4) Fundamentalistas crêem que comunhão cristã é definida pelo próprio evangelho. Aqueles que negam o evangelho não devem ser reconhecidos como cristãos. Aqueles que negam o evangelho, ao condenar alguma doutrina essencial, não estão aptos para a comunhão cristã. Com tais pessoas, nenhuma comunhão cristã existe. Fingir que podemos desfrutar de comunhão cristã com tais pessoas é tão-somente ser hipócrita. Estender o reconhecimento cristão – particularmente reconhecer como líderes cristãos – a tais pessoas é desprezar o evangelho e enganar o povo de Deus.
(5) Fundamentalistas insistem que irmãos que desprezam o evangelho e enganam o povo de Deus são culpados de grave erro e deveriam ser removidos da posição de liderança cristã. Se tais pessoas não podem ser removidas da liderança , ainda assim os cristãos bíblicos tem a obrigação de não endossar ou apoiar as pessoas, organizações, e atividades que obscurecem a importância do evangelho e enganam o povo cristão, mas ao invés disto reprovar os tais.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Pais e Filhos
Mesmo ainda não tendo passado o concurso que estou me preparando, me senti compelido a escrever sobre algo que tem me afligido.
Recentemente fui abordado por um pai que insistia em falar mal de seu filho. Falava que seu filho, acreditem ou não, tinha a marca da rebeldia na testa e que não obedecia a hierarquia imposta por Deus em sua vida. Porém, eu conheço o rapaz, sei de suas lutas com seu coração e seu extremo anseio em conhecer mais o Senhor Jesus Cristo, através de leituras bíblicas, oração e leitura de bons livros.
Fiquei me questionando por que aquele pai insistia em dizer que o filho era rebelde. Percebi que antes de questioná-los eu deveria reavaliar como anda o meu relacionamento familiar e cheguei à conclusão que a maior falha dos relacionamentos familiares não é primordialmente a falta de comunicação como dizem os psicólogos, mas sim a falta da comunicação de Deus e com Deus.
Quantas famílias se reúnem para estudar a palavra? Quantas querem aplicar a palavra em suas vidas? Praticamente nenhuma. Quantos filhos oram com seus pais, quantos pais oram com seus filhos?
Assim como aquele pai citado no início do texto, nós estamos muito mais preocupados com a tradição da obediência, com a tradição da família cristã. Não há autoridade que não venha de Deus (Rm 13.1) - isso nós sabemos, mas qual a aplicabilidade que isso tem tido em nossas vidas? Qual o sentido, por que não há autoridade que não venha de Deus? Nós realmente entendemos isso? Não se sabe mais os porquês da vida cristã, não se sabe por que chamamos os outros de irmãos, não se sabe o sentido do culto público, ou até o sentido das devocionais.
O grande e fundamental problema é que as famílias não sabem quem é Jesus. Pra elas ele é o Salvador, mas não entenderam que ele é o Senhor delas. Jesus é o dono das famílias, dos indivíduos e de tudo mais.
Efésios 5 e 6 é uma grande arma para famílias desnudas de seus deveres uns para com os outros e para com Cristo. A culpa de um mau relacionamento não é dos pais, nem dos filhos, mas dos dois. “Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor” Ef 6.4. Porém, os filhos devem obedecer seus pais, pois isto é justo (Ef 6.1)
Gostaria de terminar fazendo uma confissão – Não sou o melhor filho do mundo, estou longe disso, meu exterior reflete calma, mansidão e afeto pelos meus pais, mas meu coração é caído e minha consciência também e Lembrei que tenho me esforçado pouco para melhorar a situação. Devemos orar que não só pareçamos bons filhos, mas também sejamos transformados por dento, de forma que amemos nossos pais da maneira mais pura possível e eles a nós.
Recentemente fui abordado por um pai que insistia em falar mal de seu filho. Falava que seu filho, acreditem ou não, tinha a marca da rebeldia na testa e que não obedecia a hierarquia imposta por Deus em sua vida. Porém, eu conheço o rapaz, sei de suas lutas com seu coração e seu extremo anseio em conhecer mais o Senhor Jesus Cristo, através de leituras bíblicas, oração e leitura de bons livros.
Fiquei me questionando por que aquele pai insistia em dizer que o filho era rebelde. Percebi que antes de questioná-los eu deveria reavaliar como anda o meu relacionamento familiar e cheguei à conclusão que a maior falha dos relacionamentos familiares não é primordialmente a falta de comunicação como dizem os psicólogos, mas sim a falta da comunicação de Deus e com Deus.
Quantas famílias se reúnem para estudar a palavra? Quantas querem aplicar a palavra em suas vidas? Praticamente nenhuma. Quantos filhos oram com seus pais, quantos pais oram com seus filhos?
Assim como aquele pai citado no início do texto, nós estamos muito mais preocupados com a tradição da obediência, com a tradição da família cristã. Não há autoridade que não venha de Deus (Rm 13.1) - isso nós sabemos, mas qual a aplicabilidade que isso tem tido em nossas vidas? Qual o sentido, por que não há autoridade que não venha de Deus? Nós realmente entendemos isso? Não se sabe mais os porquês da vida cristã, não se sabe por que chamamos os outros de irmãos, não se sabe o sentido do culto público, ou até o sentido das devocionais.
O grande e fundamental problema é que as famílias não sabem quem é Jesus. Pra elas ele é o Salvador, mas não entenderam que ele é o Senhor delas. Jesus é o dono das famílias, dos indivíduos e de tudo mais.
Efésios 5 e 6 é uma grande arma para famílias desnudas de seus deveres uns para com os outros e para com Cristo. A culpa de um mau relacionamento não é dos pais, nem dos filhos, mas dos dois. “Pais, não irritem seus filhos; antes criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor” Ef 6.4. Porém, os filhos devem obedecer seus pais, pois isto é justo (Ef 6.1)
Gostaria de terminar fazendo uma confissão – Não sou o melhor filho do mundo, estou longe disso, meu exterior reflete calma, mansidão e afeto pelos meus pais, mas meu coração é caído e minha consciência também e Lembrei que tenho me esforçado pouco para melhorar a situação. Devemos orar que não só pareçamos bons filhos, mas também sejamos transformados por dento, de forma que amemos nossos pais da maneira mais pura possível e eles a nós.
terça-feira, 4 de março de 2008
Hiato
Peço desculpas aos leitores deste blog (acredito que sejam poucos), pois eu estou me ausentando devido aos estudos.
Estarei me preparando para alguns concursos durante março e abril, por esta razão o blog estará fechado.
Respeitosamente,
Rafael Bello
Estarei me preparando para alguns concursos durante março e abril, por esta razão o blog estará fechado.
Respeitosamente,
Rafael Bello
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Como Lidar com Nossos Sofrimentos Biblicamente
No tempo em que o evangelho é pregado em função da satisfação do indivíduo, pelas suas benécias, vejamos qual é a perspectiva biblica acerca do assunto:
Certamente sofreremos, glória a Deus! E quando esta vida de sofrimento chegar ao fim, ainda resta o último inimigo. A morte.
O que um coração sábio faz quando ele descobre que a morte é certa, a vida é curta e o sofrimento é inevitável e necessário? A resposta está no Salmo 90. É uma oração ao Senhor: “Tem compaixão dos Teus servos. Sacia-nos de manhã com tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias...”
Por que insistem? Porque os conselheiros permitem que as pessoas fiquem onde estão – buscando satisfação na família, no emprego, no lazer, nas brincadeiras, no sexo, no dinheiro, na comida, no poder e na auto-estima – então quando o sofrimento e a morte os roubarem disso tudo, elas ficarão amargas, iradas e deprimidas. E o valor, a beleza, a bondade, o poder, a sabedoria, e a glória de Deus desaparecerão em uma nuvem de murmuração, queixa e maldição. ¹
a) Não é possível lidar com os sofrimentos olhando para o tempo presente.
Uma perspectiva correta da eternidade nos trará alívio para o sofrimento. O apóstolo Paulo entendeu isso e escreveu o seguinte na carta aos Romanos 8.18 – “Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada”.
b) A revelação diz que os sofrimentos são inevitáveis e aperfeiçoam os santos.
Nós temos uma cadeia bem lógica em Tiago1. 2-4
“Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.”
Provação → Perseverança → Perfeição
c) A revelação nos ensina que o sofrimento nos equipa e nos prepara para consolar os outros de modo mais aperfeiçoado. (Sl 62.10,11).
O que as Escrituras nos ensinam realmente é a ter prazer no Senhor, mesmo quando sofremos. Que desafio, mas que privilégio. Somos, como crentes, os únicos que temos satisfação, mesmo quando sofremos!
Certamente sofreremos, glória a Deus! E quando esta vida de sofrimento chegar ao fim, ainda resta o último inimigo. A morte.
O que um coração sábio faz quando ele descobre que a morte é certa, a vida é curta e o sofrimento é inevitável e necessário? A resposta está no Salmo 90. É uma oração ao Senhor: “Tem compaixão dos Teus servos. Sacia-nos de manhã com tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias...”
Por que insistem? Porque os conselheiros permitem que as pessoas fiquem onde estão – buscando satisfação na família, no emprego, no lazer, nas brincadeiras, no sexo, no dinheiro, na comida, no poder e na auto-estima – então quando o sofrimento e a morte os roubarem disso tudo, elas ficarão amargas, iradas e deprimidas. E o valor, a beleza, a bondade, o poder, a sabedoria, e a glória de Deus desaparecerão em uma nuvem de murmuração, queixa e maldição. ¹
a) Não é possível lidar com os sofrimentos olhando para o tempo presente.
Uma perspectiva correta da eternidade nos trará alívio para o sofrimento. O apóstolo Paulo entendeu isso e escreveu o seguinte na carta aos Romanos 8.18 – “Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada”.
b) A revelação diz que os sofrimentos são inevitáveis e aperfeiçoam os santos.
Nós temos uma cadeia bem lógica em Tiago1. 2-4
“Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.”
Provação → Perseverança → Perfeição
c) A revelação nos ensina que o sofrimento nos equipa e nos prepara para consolar os outros de modo mais aperfeiçoado. (Sl 62.10,11).
O que as Escrituras nos ensinam realmente é a ter prazer no Senhor, mesmo quando sofremos. Que desafio, mas que privilégio. Somos, como crentes, os únicos que temos satisfação, mesmo quando sofremos!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Um Breve Insight sobre Eleição e Romanos 9
John Piper e seu ministério tem sido uma das pessoas que mais tem influenciado cristãos ao redor do mundo.
Nesse vídeo, ele fala de maneira descontraída sobre a soberania de Deus em Rm 9.
http://www.youtube.com/watch?v=BByHE5o7qMs
Nesse vídeo, ele fala de maneira descontraída sobre a soberania de Deus em Rm 9.
http://www.youtube.com/watch?v=BByHE5o7qMs
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Uma palavra sobre o Pentecostalismo
Recentemente, na comunidade do Jonathan Edwards que eu faço parte no orkut houve uma discussão entre o mediador da comunidade e algumas pessoas de igrejas com “doutrinas” pentecostais.
Tudo começou porque o mediador gostaria de passar a comunidade para outras mãos, mas disse que a pessoa que assumisse aquele trabalho não poderia ser pentecostal, pois achava que não era o melhor pra comunidade e também porque não combinava muito com o estilo reformado ou do Jonathan Edwards.
Bem, eu publiquei um post na comunidade em que dou minha opinião sobre o pentecostalismo e sua relação com Jonathan Edwards. Segue então o post:
É interessante perceber que:
1) Não podemos incluir todos os movimentos pentecostais no mesmo saco;
2)Entretanto é necessário observar que estes movimentos tendem a enfatizar muito mais as experiências pessoais do que a própria Palavra de Deus.-Faço das palavras de Lutero as minhas: ''Eu não quero e nem peço experiências nem milagres, contanto que só a palavra me basta"* paráfrase;
3)O avivamento acontecido por (e na época) de Edwards foi um avivamento puritano, acontecido pela pregação única e exclusivamente da palavra, não foram experiências miraculosas nem nada parecido. Quando Edwards pregava (a Palavra), as pessoas se agarravam nas pilastras e pediam pra que o Senhor não as castigassem;
4)Vemos, porém que muitas igrejas tem sido usadas de formas nunca antes vistas. Não quero limitar a Deus quando digo isso, mas creio na revelação progressiva, ou seja, quanto mais as revelações escritas foram formuladas, menos o Senhor se revelou de formas miraculosamente espetaculares (o que não significa que ainda naum ocorram tais manifestações).
5)Somos irmãos em Cristo, frutos da reforma protestante. Lembremo-nos, então dos lemas da reforma: Só a Graça, só a Deus Glória, só Cristo, só Fé e Só as ESCRITURAS.
Conclusão: Para obtermos a πλήρωμα, Pleroma (plenitude) do Espírito, não precisamos falar em línguas, não precisamos estar na unção do pastor fulano, ou do leão.
Precisamos da graça, pois só a graça nos basta!
Tudo começou porque o mediador gostaria de passar a comunidade para outras mãos, mas disse que a pessoa que assumisse aquele trabalho não poderia ser pentecostal, pois achava que não era o melhor pra comunidade e também porque não combinava muito com o estilo reformado ou do Jonathan Edwards.
Bem, eu publiquei um post na comunidade em que dou minha opinião sobre o pentecostalismo e sua relação com Jonathan Edwards. Segue então o post:
É interessante perceber que:
1) Não podemos incluir todos os movimentos pentecostais no mesmo saco;
2)Entretanto é necessário observar que estes movimentos tendem a enfatizar muito mais as experiências pessoais do que a própria Palavra de Deus.-Faço das palavras de Lutero as minhas: ''Eu não quero e nem peço experiências nem milagres, contanto que só a palavra me basta"* paráfrase;
3)O avivamento acontecido por (e na época) de Edwards foi um avivamento puritano, acontecido pela pregação única e exclusivamente da palavra, não foram experiências miraculosas nem nada parecido. Quando Edwards pregava (a Palavra), as pessoas se agarravam nas pilastras e pediam pra que o Senhor não as castigassem;
4)Vemos, porém que muitas igrejas tem sido usadas de formas nunca antes vistas. Não quero limitar a Deus quando digo isso, mas creio na revelação progressiva, ou seja, quanto mais as revelações escritas foram formuladas, menos o Senhor se revelou de formas miraculosamente espetaculares (o que não significa que ainda naum ocorram tais manifestações).
5)Somos irmãos em Cristo, frutos da reforma protestante. Lembremo-nos, então dos lemas da reforma: Só a Graça, só a Deus Glória, só Cristo, só Fé e Só as ESCRITURAS.
Conclusão: Para obtermos a πλήρωμα, Pleroma (plenitude) do Espírito, não precisamos falar em línguas, não precisamos estar na unção do pastor fulano, ou do leão.
Precisamos da graça, pois só a graça nos basta!
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Jonathan Edwards,
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unção do leão
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
MacArthur e a Psicologia

Muitos reformados têm sido afastados das verdades que crêem por conta de um integracionismo com a psicologia.
Faz parte do credo reformado a suficiência das escrituras, porém que suficiência é essa que busca complemento nos métodos humanos, que por definição estão errados (sendo o homem totalmente depravado não pode chegar ao conhecimento pleno da verdade, principalmente no que tange ao tratamento espiritual) e não são melhores do que os do Senhor.
A igreja atual tem buscado e empurrado o tratamento de seus membros para os chamados psicólogos cristãos que não chegam nem a cogitar problemas espirituais. Quem pode fazer a obra se não o Senhor? Entretanto, esses chamados psicólogos cristãos crêem em verdades diferentes. Para estes nós temos que nos ver como pessoas boas e que temos que encontrar respostas em nós mesmos.
Pra onde iremos se só o Senhor Jesus tem as palavras de verdade e vida eterna. Por que seriamos nós? Por isso deixo uma citação de John MacArthur em seu livro Nossa Suficiência em Cristo:
“Talvez pensemos que, no caso de não ser possível confiar em nós mesmos, podemos confiar em conselheiros qualificados. Mas, se não podemos extrair a verdade de dentro do nosso coração, como é que outra pessoa que também tem um coração enganoso (Jr 17.9-10) Poderá discernir a verdade sobre nós, colocando-nos num divã e nos ouvindo?”
Finalizo com a citação de Hebreus 4.12 – Porque a palavra de Deus é viva e eficaz e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes e penetra até o ponto de dividir a alma e espírito, juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.
Não vejo em nenhuma parte desse versículo que a psique humana (palavra usada no grego nesta parte) deve ser analisada pela bíblia e pela psicologia, assim como afirmam os integracionistas. Pelo contrário é uma afirmação exclusivista: Só a palavra de Deus! Não retornemos aos erros gnósticos de querer acrescentar algo à Palavra!
Faz parte do credo reformado a suficiência das escrituras, porém que suficiência é essa que busca complemento nos métodos humanos, que por definição estão errados (sendo o homem totalmente depravado não pode chegar ao conhecimento pleno da verdade, principalmente no que tange ao tratamento espiritual) e não são melhores do que os do Senhor.
A igreja atual tem buscado e empurrado o tratamento de seus membros para os chamados psicólogos cristãos que não chegam nem a cogitar problemas espirituais. Quem pode fazer a obra se não o Senhor? Entretanto, esses chamados psicólogos cristãos crêem em verdades diferentes. Para estes nós temos que nos ver como pessoas boas e que temos que encontrar respostas em nós mesmos.
Pra onde iremos se só o Senhor Jesus tem as palavras de verdade e vida eterna. Por que seriamos nós? Por isso deixo uma citação de John MacArthur em seu livro Nossa Suficiência em Cristo:
“Talvez pensemos que, no caso de não ser possível confiar em nós mesmos, podemos confiar em conselheiros qualificados. Mas, se não podemos extrair a verdade de dentro do nosso coração, como é que outra pessoa que também tem um coração enganoso (Jr 17.9-10) Poderá discernir a verdade sobre nós, colocando-nos num divã e nos ouvindo?”
Finalizo com a citação de Hebreus 4.12 – Porque a palavra de Deus é viva e eficaz e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes e penetra até o ponto de dividir a alma e espírito, juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.
Não vejo em nenhuma parte desse versículo que a psique humana (palavra usada no grego nesta parte) deve ser analisada pela bíblia e pela psicologia, assim como afirmam os integracionistas. Pelo contrário é uma afirmação exclusivista: Só a palavra de Deus! Não retornemos aos erros gnósticos de querer acrescentar algo à Palavra!
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